Por força da cultura brasileira, falha na avaliação dos talentos fez Ciência da Computação. A época já havia lampejos de um poeta, desconfiança que o mundo da arte o fascinaria, mas a vida o levou para a técnica, arrastando-o para pós-graduações na área em que se formou.

Quando enfim encontrou espaço, um pouco de tempo, e mel cultural, lambuzou-se através da leitura, ai surgiu um escritor iniciante, cheio de idéias, criatividade e dedicação.
Mas, ainda com o banco de dados de palavras pequeno e pobre, decidiu então adentrar mais profundo na cultura. Leitura de grande autores, curso de roteirista, cinema e teatro.

O grande segredo de escrever bem é ler bem, se tornou um bom leitor. Nessa onda de inspiração escreveu alguns contos, criou vários personagens, escreveu Caaporã para que a indignação não o sufocasse com a fumaça e poluição do meio ambiente.

"Sou um velho poeta iniciante que decidiu aventurar-se como escritor a fim de motivar crianças a ler e gostar de ler, com um pequeno fio de talento, mas uma enorme vontade, transpirei até conseguiu escrever contos, poemas, letras de músicas, que tento comercializar para arrecadar recursos para o projeto social voltado para as crianças, pois entendo que a maioria dos adultos está deteriorada pela falta de cultura e educação."

Em ímpeto heróico joga-se à crítica afiada dos “educados” e o desprezo frio dos sem “educação”. Conhece bem o autor, não se denomina poeta nem escritor, mas adora ser lido e criticado como tal.

Selo Literário

Obras de Autor

©2020 Editora Crystal Books